Derramei lágrimas de sol no teu dorso
esse refúgio ternamente desenhado em ti.
Tatuaste a minha alma de pétalas
quais semblantes de vida…
Instantes que se cruzam
breves notas de sons… desejos
suores trocados em beijos
Tão bela madrugada que abraçamos…
momentos que tornamos nossos
num olhar…
um abraço orgástico!... intensidade em cheiros.
Que estrela nos olhou ontem?
nevoeiro levantado qual manto de secretismo
movimento iluminado de beleza
que demos ao mundo.
Amor meu que me abraçaste!
caminhos que desenhaste!
completaste-me… toque suave dos lábios
pétalas
Exaspero..te..me
Exaspero…te…me
quantas memórias que se perdem
e nos desviam
quererá o império de esperanças,
tristes sonhos,
devastar-me com o seu conhecimento?!...
noite em que as surpresas se desenvolvem
desconheço a corrente que nos abraça
quantas memórias que se perdem
e nos desviam
quererá o império de esperanças,
tristes sonhos,
devastar-me com o seu conhecimento?!...
noite em que as surpresas se desenvolvem
desconheço a corrente que nos abraça
Podia jurar que eras tu, do outro lado da rua. Nesse teu andar e sorrir, na tua ausência aparente de silêncio falado. Não ousei sequer olhar duas vezes para que a certeza não se tornasse absoluta ou a ilusão infundada. Quase todos os dias, como sempre o fiz desde que te vi pela primeira vez, te falo… sei que não me ouves… nunca ouviste e porque haverias agora?!...
Tudo se transforma… mas as verdades que te disse não. As tuas… não sei!, só tu (como sempre) as saberás.
Como te disse um dia: ninguém! E essa lágrima... não consigo saber o que contém.
Tudo se transforma… mas as verdades que te disse não. As tuas… não sei!, só tu (como sempre) as saberás.
Como te disse um dia: ninguém! E essa lágrima... não consigo saber o que contém.
Gostava de poder destruir o telefone, a morada, o nome... mas nada disso faz sentido, pois não? Não te ira fazer desaparecer de dentro de mim. Não te irei esquecer ou jamais lembrar o teu nome e rosto...
Como custa pensar que erramos... quando no fundo é apenas uma não sincronização de personalidades.
Uma vez mais sinto-me nada... fazes-me sentir nada e no entanto... penso-te (mais do que isso!).
Desisto desse viver que me mostraste! O tanto que aprendi a teu lado!... e como o tanto é nada, e o silêncio mata.
Ai morri... nesse meu falar sem palavras.
'Nada sera como antes'... nem eu nem tu se um dia nos cruzarmos...
e este corte esta marcado..não de hoje mas desde o momento em que o reflexo no espelho não era o meu
Como custa pensar que erramos... quando no fundo é apenas uma não sincronização de personalidades.
Uma vez mais sinto-me nada... fazes-me sentir nada e no entanto... penso-te (mais do que isso!).
Desisto desse viver que me mostraste! O tanto que aprendi a teu lado!... e como o tanto é nada, e o silêncio mata.
Ai morri... nesse meu falar sem palavras.
'Nada sera como antes'... nem eu nem tu se um dia nos cruzarmos...
e este corte esta marcado..não de hoje mas desde o momento em que o reflexo no espelho não era o meu
não me queria levantar... tu seguias o caminho e eu não te acompanhava.
tinha esperança que fosse tudo um pesadelo
que iria acordar nessa manhã e tu não estarias a meu lado,
nesse teu recanto da cama,
e iria encontrar-te serenamente a beber o teu café com umas folhas em que desenhavas
como quase sempre fazias antes de voltares para o leito
esse em que agora te penso, so
tinha esperança que fosse tudo um pesadelo
que iria acordar nessa manhã e tu não estarias a meu lado,
nesse teu recanto da cama,
e iria encontrar-te serenamente a beber o teu café com umas folhas em que desenhavas
para mim
como quase sempre fazias antes de voltares para o leito
esse em que agora te penso, so
'words unspoken'
sorri... chorei... dei-me!
como ja não me lembrava de o fazer!
Partiste... nessa tua viagem em que sinto estar e pertencer.
continuo a sorrir com esta pequena dor de nunca te ter abraçado
(não te falando em voz)
como ja não me lembrava de o fazer!
Partiste... nessa tua viagem em que sinto estar e pertencer.
continuo a sorrir com esta pequena dor de nunca te ter abraçado
(não te falando em voz)
Estou assim já há algum tempo, nesta inércia que afoga. uma impotência do vazio, este que a caneta não consola.
Sussurra-me enquanto durmo.
Um dia disseste-me que adoravas os sons do sono, do meu a teu lado.
Surpreendi-te depois de nos despedirmos… Se soubesses como as palavras enganam!...
E cruzamo-nos dias (muitos!), horas (inúmeras!) depois desse teu adeus
sorridente e silencioso.
já não eras como te recordava… estás mais velho, ainda mais belo…
e deixei-me perder nesses teus lábios de mel.
Sussurra-me enquanto durmo.
Um dia disseste-me que adoravas os sons do sono, do meu a teu lado.
Surpreendi-te depois de nos despedirmos… Se soubesses como as palavras enganam!...
E cruzamo-nos dias (muitos!), horas (inúmeras!) depois desse teu adeus
sorridente e silencioso.
já não eras como te recordava… estás mais velho, ainda mais belo…
e deixei-me perder nesses teus lábios de mel.
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