fartei-me dos dias, esses em que esperava, a ti que agarras as palavras repetidamente até que alguém saia pois a coragem é-te estranha. as repetidas vozes e sons. contradições. desculpas (in)desculpáveis. murmúrios gastos de um tudo arrastado. vem. vai. enterra esse punhal num crescer. nem os mortos esqueço pois ficam em silêncio falando para mim. rumores embevecidos.
Derramei lágrimas de sol no teu dorso
esse refúgio ternamente desenhado em ti.
Tatuaste a minha alma de pétalas
quais semblantes de vida…
Instantes que se cruzam
breves notas de sons… desejos
suores trocados em beijos
Tão bela madrugada que abraçamos…
momentos que tornamos nossos
num olhar…
um abraço orgástico!... intensidade em cheiros.
Que estrela nos olhou ontem?
nevoeiro levantado qual manto de secretismo
movimento iluminado de beleza
que demos ao mundo.
Amor meu que me abraçaste!
caminhos que desenhaste!
completaste-me… toque suave dos lábios
pétalas
esse refúgio ternamente desenhado em ti.
Tatuaste a minha alma de pétalas
quais semblantes de vida…
Instantes que se cruzam
breves notas de sons… desejos
suores trocados em beijos
Tão bela madrugada que abraçamos…
momentos que tornamos nossos
num olhar…
um abraço orgástico!... intensidade em cheiros.
Que estrela nos olhou ontem?
nevoeiro levantado qual manto de secretismo
movimento iluminado de beleza
que demos ao mundo.
Amor meu que me abraçaste!
caminhos que desenhaste!
completaste-me… toque suave dos lábios
pétalas
Exaspero..te..me
Exaspero…te…me
quantas memórias que se perdem
e nos desviam
quererá o império de esperanças,
tristes sonhos,
devastar-me com o seu conhecimento?!...
noite em que as surpresas se desenvolvem
desconheço a corrente que nos abraça
quantas memórias que se perdem
e nos desviam
quererá o império de esperanças,
tristes sonhos,
devastar-me com o seu conhecimento?!...
noite em que as surpresas se desenvolvem
desconheço a corrente que nos abraça
Podia jurar que eras tu, do outro lado da rua. Nesse teu andar e sorrir, na tua ausência aparente de silêncio falado. Não ousei sequer olhar duas vezes para que a certeza não se tornasse absoluta ou a ilusão infundada. Quase todos os dias, como sempre o fiz desde que te vi pela primeira vez, te falo… sei que não me ouves… nunca ouviste e porque haverias agora?!...
Tudo se transforma… mas as verdades que te disse não. As tuas… não sei!, só tu (como sempre) as saberás.
Como te disse um dia: ninguém! E essa lágrima... não consigo saber o que contém.
Tudo se transforma… mas as verdades que te disse não. As tuas… não sei!, só tu (como sempre) as saberás.
Como te disse um dia: ninguém! E essa lágrima... não consigo saber o que contém.
Gostava de poder destruir o telefone, a morada, o nome... mas nada disso faz sentido, pois não? Não te ira fazer desaparecer de dentro de mim. Não te irei esquecer ou jamais lembrar o teu nome e rosto...
Como custa pensar que erramos... quando no fundo é apenas uma não sincronização de personalidades.
Uma vez mais sinto-me nada... fazes-me sentir nada e no entanto... penso-te (mais do que isso!).
Desisto desse viver que me mostraste! O tanto que aprendi a teu lado!... e como o tanto é nada, e o silêncio mata.
Ai morri... nesse meu falar sem palavras.
'Nada sera como antes'... nem eu nem tu se um dia nos cruzarmos...
e este corte esta marcado..não de hoje mas desde o momento em que o reflexo no espelho não era o meu
Como custa pensar que erramos... quando no fundo é apenas uma não sincronização de personalidades.
Uma vez mais sinto-me nada... fazes-me sentir nada e no entanto... penso-te (mais do que isso!).
Desisto desse viver que me mostraste! O tanto que aprendi a teu lado!... e como o tanto é nada, e o silêncio mata.
Ai morri... nesse meu falar sem palavras.
'Nada sera como antes'... nem eu nem tu se um dia nos cruzarmos...
e este corte esta marcado..não de hoje mas desde o momento em que o reflexo no espelho não era o meu
Subscrever:
Mensagens (Atom)













