Alba abraçada. memorias revisitadas. um tudo que agora é nada... e a imagem marcada na parede é turva, inquieta.
sofri-te
imaculei o olhar e pensar quando te levantaste e não te segui
de entre as folhas caidas revejo-me e revejo-nos
somos apenas folhas que se vão desprendendo ao sabor do vento
essa brisa que fala
ja derramei as lagrimas que tinha e nenhuma te tocou
"A solidão é um aspecto da terra. Todas as coisas na planície são solitárias, não há confusão de objectos para o olho, apenas existem uma colina ou uma árvore ou um homem. Olhar esta paisagem de manhã cedo, tendo o sol pelas costas, é perder o sentido das proporções. A nossa imaginação começa a viver, e pensamos que é aqui que a Criação começou ou está a começar." (O Sopro das Vozes, Textos de Índios Americanos)

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Viola
Chichimeca, Viola
Questa attesa mi sfascia
e cosa aspetto non so
forse un posto dove nessuno
mi conosce da più di un'ora
Dove il mio viso
è una grande sorpresa
ed è sorpresa ogni cosa
e fermarmi a parlare di me
con uno che non mi capisce nemmeno
e sentirlo parlare di cose
che non ho visto mai
E crescono crescono
i miei fiori nella serra
e non mi voglio perdere niente
Non so ancora che cosa mi manca
un uomo nuovo che mi tratti bene
che rubi i fiori
da terra per me una storia
che mi riempia la carne
sensazioni violente viola
poche parole grandissime mani
fartei-me dos dias, esses em que esperava, a ti que agarras as palavras repetidamente até que alguém saia pois a coragem é-te estranha. as repetidas vozes e sons. contradições. desculpas (in)desculpáveis. murmúrios gastos de um tudo arrastado. vem. vai. enterra esse punhal num crescer. nem os mortos esqueço pois ficam em silêncio falando para mim. rumores embevecidos.
Derramei lágrimas de sol no teu dorso
esse refúgio ternamente desenhado em ti.
Tatuaste a minha alma de pétalas
quais semblantes de vida…
Instantes que se cruzam
breves notas de sons… desejos
suores trocados em beijos
Tão bela madrugada que abraçamos…
momentos que tornamos nossos
num olhar…
um abraço orgástico!... intensidade em cheiros.
Que estrela nos olhou ontem?
nevoeiro levantado qual manto de secretismo
movimento iluminado de beleza
que demos ao mundo.
Amor meu que me abraçaste!
caminhos que desenhaste!
completaste-me… toque suave dos lábios
pétalas
esse refúgio ternamente desenhado em ti.
Tatuaste a minha alma de pétalas
quais semblantes de vida…
Instantes que se cruzam
breves notas de sons… desejos
suores trocados em beijos
Tão bela madrugada que abraçamos…
momentos que tornamos nossos
num olhar…
um abraço orgástico!... intensidade em cheiros.
Que estrela nos olhou ontem?
nevoeiro levantado qual manto de secretismo
movimento iluminado de beleza
que demos ao mundo.
Amor meu que me abraçaste!
caminhos que desenhaste!
completaste-me… toque suave dos lábios
pétalas
Exaspero..te..me
Exaspero…te…me
quantas memórias que se perdem
e nos desviam
quererá o império de esperanças,
tristes sonhos,
devastar-me com o seu conhecimento?!...
noite em que as surpresas se desenvolvem
desconheço a corrente que nos abraça
quantas memórias que se perdem
e nos desviam
quererá o império de esperanças,
tristes sonhos,
devastar-me com o seu conhecimento?!...
noite em que as surpresas se desenvolvem
desconheço a corrente que nos abraça
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