Nessa praia onde estás e me pensas...
porque não me levaste nesse caminho que poderia ser nosso..
para esse sul de encantos?
Leva-me... como esse beijo timidamente desenhado entre um suave
'Dorme bem'
Ouvi-te chegar.
Era já tarde a noite que amanhecia.
Beijaste-me a testa… o meu olhar consola e vela o teu sono.
Tu, como um anjo depositado nos meus braços.
Dei por mim a invejar num querer dormir assim, calma e docemente como uma criança, eu, a teu lado.
E quem saberia os sons a fazer, os movimentos em linhas de pensamentos, a respiração que parece parar para encontrar o ritmo da minha..?!...
Mesmo sabendo que as palavras se perdem entre o buscar de uma caneta, o não te acordar e me mexer… não consigo permitir-me o sono e não te escrever o teu dormir.
Era já tarde a noite que amanhecia.
Beijaste-me a testa… o meu olhar consola e vela o teu sono.
Tu, como um anjo depositado nos meus braços.
Dei por mim a invejar num querer dormir assim, calma e docemente como uma criança, eu, a teu lado.
E quem saberia os sons a fazer, os movimentos em linhas de pensamentos, a respiração que parece parar para encontrar o ritmo da minha..?!...
Mesmo sabendo que as palavras se perdem entre o buscar de uma caneta, o não te acordar e me mexer… não consigo permitir-me o sono e não te escrever o teu dormir.
Lord Frederic Leighton - Flaming June
partilhas
Nasci nos teus braços quando calidamente me abençoaste com o teu beijo
Sob a tua respiração ofegante a minha alma navegou em devaneios e o meu corpo no teu calor cresceu e renasceu.
Fecho os olhos e a tua imagem, os recantos do teu peito nu
O cheiro, teu, que me invade
Eclipses de harmonias que formam o teu rosto
Os traços do teu corpo numa envolvente ardência
O sonho que ao anoitecer raiou entre as nuvens e dançou com as estrelas
Fluidos corporais desenhando formas, tatuagens de um amor
É para ti que choro e grito clamores embevecidos
Sob a tua respiração ofegante a minha alma navegou em devaneios e o meu corpo no teu calor cresceu e renasceu.
Fecho os olhos e a tua imagem, os recantos do teu peito nu
O cheiro, teu, que me invade
Eclipses de harmonias que formam o teu rosto
Os traços do teu corpo numa envolvente ardência
O sonho que ao anoitecer raiou entre as nuvens e dançou com as estrelas
Fluidos corporais desenhando formas, tatuagens de um amor
É para ti que choro e grito clamores embevecidos
Sentada no adormecer do dia sobre a cidade enclausuradamente so, levanta-se o orgasmo sobre as pedras de historia. Os instintos levam-na a dispersar o mundo. Abrem-se portas, tuneis de prazer, toques. Nas suas pernas o reflexo de gotas salgadas, insanos milagres desenvoltos.
Permiti que sorvesses aromas enquanto me perdia em ti, so nessa estrada que nos levou ao encontro.
E se um papel não tivesse caido nas minhas mãos estarias aqui ainda?!
E assim nessas desencontradas memorias, espaços obscuros de sentidos, entregamo-nos.
essa libertação inospita de um tudo.
Um dia julguei-me vazia pois a ausência de mim viera... era ainda criança.
Mais tarde apercebi-me que estava, ao invés de vazia, cheia de um todo... dessa(s) ausência(s).
E é tão bom, mesmo que por vezes doloroso, sabê-las, vivê-las, senti-las.
Contudo se pudesse atingir o completo vazio talvez as imagens que me perseguem desaparecessem e eu poderia então fazer algo de novo...
desvirginar o mundo.
Mais tarde apercebi-me que estava, ao invés de vazia, cheia de um todo... dessa(s) ausência(s).
E é tão bom, mesmo que por vezes doloroso, sabê-las, vivê-las, senti-las.
Contudo se pudesse atingir o completo vazio talvez as imagens que me perseguem desaparecessem e eu poderia então fazer algo de novo...
desvirginar o mundo.
JAZZ... momentos(...)
e não falara??!! este vento que nos 'assombra'..penetra na imensidão do que pensamos?! nos sonhos que desenhamos?! nesse querer... ter, estar, sentir...
palavras que não ouvimos por receios e no entanto queremo-las! terna e intensamente!
segue-me! [cega-me!!]
nesse levar que é teu! tão e apenas
palavras que não ouvimos por receios e no entanto queremo-las! terna e intensamente!
segue-me! [cega-me!!]
nesse levar que é teu! tão e apenas
TEU
ouvi-las-as ainda?
Era já Outono corrido nas árvores que se vão desnudando atempadamente como nós.
Vestimo-nos de castanhos, arriscámos o toque do tronco húmido de ardência.
A nudez ainda tímida, folhas que ainda vestem os corpos timidamente repousados lado a lado num mesmo leito onde as raízes se vão entrelaçando ternamente...
Vestimo-nos de castanhos, arriscámos o toque do tronco húmido de ardência.
A nudez ainda tímida, folhas que ainda vestem os corpos timidamente repousados lado a lado num mesmo leito onde as raízes se vão entrelaçando ternamente...
... aromas que envolvem... um arrepio
toque ténue da lingua desnudando o corpo... batidas ofegantes
excitação externamente desenvolvida
esse olhar que penetra e suspira
Por onde deambulam as tuas mãos?
O que ja tocaram?e o que querem ainda descobrir?
... contorno as formas entre as gotas...
sorvo o gosto de cada instante
toque ténue da lingua desnudando o corpo... batidas ofegantes
excitação externamente desenvolvida
esse olhar que penetra e suspira
Por onde deambulam as tuas mãos?
O que ja tocaram?e o que querem ainda descobrir?
... contorno as formas entre as gotas...
sorvo o gosto de cada instante
partilhado
suavemente sigo o calor. deixo-me invadir. gentilmente os labios depositados no decorrer da linha que me leva ao refugio...
sinto vontade das imagens, desejos de reticências
saber-te
conhecer-te
entrar em ti
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