Os olhos, o olhar é um simples jogo do que é e do que pensas transcrever sem prejudicar o que já foi. Mas quando olhas, olhas! é como um segredo que escolhes revelar do mais íntimo de ti.
Tens receio dos segredos, pequenos ou grandes, que me consomem mas d'entre a asfixia de saberes incendeia-se tranquilidade
Tens receio dos segredos, pequenos ou grandes, que me consomem mas d'entre a asfixia de saberes incendeia-se tranquilidade
Etiquetas:
coimbra,
fotografias
para quê toda e qualquer questão quando estás?
de valem as lágrimas se não forem para ti?!
de valem as lágrimas se não forem para ti?!
o orgulho, indecoroso e dispensável? ... e o abraço com que olho quem és e 'necessito de ti, de saber o meu nome'
o corpo não é mesmo nada «geográfico», é o que sentimos e permitimos fazer dele... esse tal mundo "país imaginado" onde «no entanto, sabia que [...] a sombra do seu corpo poderia vacilar dentro da solidão, ano após ano, sem que ninguém ousasse insultá-la.»
És parte do meu corpo, da transparência no momento, O momento...
não irei voltar ao ponto em que não me encontras
estou, como as ondas... e sim, vão... mas voltam com a força de te ter e esperar.
Quero que venhas!
vens?
não irei voltar ao ponto em que não me encontras
estou, como as ondas... e sim, vão... mas voltam com a força de te ter e esperar.
Quero que venhas!
Etiquetas:
coimbra,
estavas estás,
fotografias,
tu
Sou um ponto na imensidão de ti e espero ir crescendo... como o teu sorriso, como a forma que nos fomos encontrando e conhecendo... semelhante café numa madrugada de verão com um sol, desde logo, escaldante na pele.
A verdade é que o inverno já estava completamente presente e, eu, não o sentia... não sinto. Apercebo-me de cada alteração de cor, dos gestos que se vão diferenciando... as posturas mais ou menos sombrias...
Tantas vezes me questiono do quanto, ou de que modo os sentimentos, a sensação de sentir atingirá quem reclama a chuva, o frio, o calor, as nuvens...
A verdade é que o inverno já estava completamente presente e, eu, não o sentia... não sinto. Apercebo-me de cada alteração de cor, dos gestos que se vão diferenciando... as posturas mais ou menos sombrias...
Tantas vezes me questiono do quanto, ou de que modo os sentimentos, a sensação de sentir atingirá quem reclama a chuva, o frio, o calor, as nuvens...
Há tanto para dizer mas por mais palavras que se juntem
numa frase ou umas nas outras na tentativa de criar novas
a verdade é que são sempre parcas no sentido e sentimento.
Fico-me por eles que muitas vezes falam bem mais do que todas as letras que podemos juntar
encontraste-me... despiste-me
ensinaste-me o sorriso e levaste de mim o sal dos lábios...
hoje não durmo sem o pensamento do toque
eminência de vida
numa frase ou umas nas outras na tentativa de criar novas
a verdade é que são sempre parcas no sentido e sentimento.
Fico-me por eles que muitas vezes falam bem mais do que todas as letras que podemos juntar
encontraste-me... despiste-meensinaste-me o sorriso e levaste de mim o sal dos lábios...
hoje não durmo sem o pensamento do toque
eminência de vida
Subscrever:
Mensagens (Atom)

